Arquivo da categoria: São Tomé & Príncipe

Posts sobre ações, atividades e contexto em São Tomé & Príncipe.

PCSS-Lusófonos seleciona consultores para pesquisa sobre educação nos Palop’s

O Programa de Cooperação Sul-Sul pelo Direito à Educação entre Países Lusófonos (PCSS-Lusófonos) selecionará dois consultores para apoiar a realização de diagnóstico da situação da educação nos países participantes do Programa – Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

A ação é parte do Programa que vem sendo implementado desde novembro de 2010 pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, em parceria com o Programa de Apoio à Educação da Open Society Foundations (ESP-OSF), e almeja contribuir para a ampliação do acesso à educação e para a melhoria da qualidade da oferta desse direito nos países participantes por meio do fortalecimento da capacidade de incidência política da sociedade civil sobre as políticas do setor.

O diagnóstico sobre a situação da educação é uma das atividades previstas para a fase 02 do PCSS-Lusófonos, e tem por objetivo gerar informações novas e atualizadas que sirvam de subsídios para o desenvolvimento e o fortalecimento de ações de incidência política das redes da sociedade civil. O PCSS-Lusófonos pretende produzir, junto com as redes nacionais de Educação para Todos (EPT), uma visão ampla e crítica sobre o direito à educação e gerar novas ferramentas para o monitoramento das políticas governamentais na área, colaborando para um balanço do Programa EPT em cada um dos países.

A pesquisa será desenvolvida em parceria com a Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira), via programa ECOSS (Centro de Referência em Educação de Jovens e Adultos e Cooperação Sul-Sul), grupo com o qual será produzida uma base comum de pesquisa sobre cada um dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palop’s). A partir do diálogo entre a equipe do Programa, as redes nacionais, consultores e parceiros, o PCSS-Lusófonos seguirá com uma pesquisa temática em cada um dos países participantes e o ECOSS com uma pesquisa sobre Educação de Jovens e Adultos.

Serão selecionados dois consultores para apoiar a realização do diagnóstico. Um consultor se dedicará a Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, e o outro atuará em Angola e Moçambique.

Os candidatos deverão enviar currículo, indicação de referências e carta de candidatura à vaga até 06 de maio aos cuidados de Mila Dezan, pelo email lusofonos@campanhaeducacao.org.br com o título Consultoria para o PCSS-Lusófonos.

Para saber mais sobre o PCSS-Lusófonos acesse http://cooplusofonoseducacao.wordpress.com/sobre

Para conhecer outras ações da Campanha Nacional pelo Direito à Educação acesse www.campanhaeducacao.org.br

EditalConsultoresLusofonos

PCSS Lusófonos é tema de reportagem da RTP África

Assista a reportagem do “Repórter África” (RTP – Rádio e Televisão de Portugal) sobre a visita do PCSS – Lusófonos (Programa de Cooperação Sul-Sul com Países Lusófonos) a São Tomé e Príncipe.

Clique aqui para visualizar o vídeo na íntegra.

A actualidade africana e da diáspora é o principal jornal da RTP África. Emitido de segunda a sexta-feira, às 19:30h. A atualidade africana e da diáspora. Política, sociedade, cultura, desporto, 30 minutos de informação que contam com o contributo das redacções da RTP em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S.Tomé e Príncipe e da redação em Lisboa.
Sobre o PCSS – Lusófonos

O PCSS – Lusófonos (Programa de Cooperação Sul-Sul com Países Lusófonos) é uma iniciativa da Campanha Nacional pelo Direito à Educação do Brasil  em parceria com a OSF (Open Society Foudations). O objetivo do Programa é fortalecer a atuação da sociedade civil organizada na incidência política pela garantia do direito à educação nos países envolvidos. Participam Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Téla Nón: Rede Nacional de Educação para Todos – O Arranque em São Tomé e Príncipe

Realizou-se na passada segunda-feira, dia 10 de Outubro, na Sala de Conferências das Nações Unidas, o encontro do Programa de Cooperação Sul-Sul para Países Lusófonos (PCSS – Lusófonos), com organizações da sociedade civil santomense, tendo em vista o arranque da Rede Nacional de Educação para Todos – STP.

Pretende-se assim organizar uma rede consistente e sustentável composta por representantes da sociedade civil, que procura actuar junto dos governos, com o intuito de alcançar os grandes objectivos das políticas nacionais da educação, nomeadamente a reafirmação da luta pelo Direito Humano a Educação nos Países lusófonos.

O primeiro passo de São Tomé e Príncipe rumo à integração no Programa, que tem o apoio da Open Society Foundations, e da qual fazem parte a Campanha Nacional de Direito à Educação do Brasil, bem como as redes de Moçambique, Angola, Cabo-Verde e Guiné Bissau, aconteceu em Maio do corrente ano, com a participação do país na Oficina de Articulação com Países Lusófonos, em São Paulo, no Brasil, onde foram discutidos os principais desafios e prioridades específicas ao contexto político e social de cada país participante, dando início a um processo de troca de experiências e cooperação entre as diferentes redes.

Nesse sentido, e de acordo com a agenda do programa, esta semana São Tomé e Príncipe recebeu a visita de uma comitiva, a Dra. Cleusa Repulho, Dra. Maité Gauto, ambas representantes da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, e a Dra. Trine Petersen, daOpen Society Foundations, dando seguimento ao diagnóstico e conhecimento da nossa realidade local, através da auscultação de representantes de organizações da sociedade civil e do Governo.

Neste primeiro encontro, de arranque efectivo e constituição da Rede Nacional de Educação no país, ficaram definidos os desafios e prioridades iniciais da mesma, após aceso debate, considerações, consensos e conclusões das mais de 20 organizações representadas. Importa primeiramente fazer o levantamento exaustivo dos reais dados estatísticos sobre a população em relação à educação, bem como criar uma relação de influência e parceria com o governo, com vista a um cada vez maior financiamento público, que garanta o direito básico à educação de qualidade para todos, independentemente dos apoios financeiros privados que surjam.

Referiu-se ainda a necessidade de formação dos professores, bem como a sensibilização das famílias para a importância da educação, entre outras questões, que sabemos serem sempre muitas e de grande relevância, mas que têm de ser priorizadas no sentido da eficácia e sustentabilidade da Rede e seus objectivos.

Texto – Fundação da Criança e da Juventude

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